
Porque a Rokberg?
A Rokberg surgiu para suportar as demandas internacionais de departamentos específicos (mas não limitados a estes) como: P&D, Sourcing&Procurement, Inovação, TI, Manutenção Industrial e Assistência Técnica.
A legislação aduaneira é hostil aos gestores que dependem de amostras e peças com urgência do exterior.
E a oferta de serviços, em geral, não atende por completo.
No mais, áreas de inovação gastam tempo precioso para se adequarem a processos internos de Tax&Compliance.
Para ganhar eficiência e reduzir custos nas suas importações, chame a Rokberg!




Roberto Ciarcia Jr
Fundador da Rokberg
Desde 2014, atuou como gerente de comércio exterior em empresas como Centauro (Grupo SBF), Casa Full Fit (maior importadora de taças Bohemia da América Latina), e Ahead Sports.
Começou a vida profissional como atendente no Bradesco em 2003. De lá passou pelo Standard Chartered, Wal-Mart, Firmenich, CBRE, Air Products e Koral Fight.
Formou equipes, criou processos e implementou ferramentas como ERPs, OTBs, SRMs, Sistemas de Comex, Câmbio e Courier.
Casado com Dhamaris, pai do Nuno, Martin e Nathan, mora e trabalha em São Paulo, onde nasceu.
Importações Courier no Brasil: como funciona o RTE na prática
As importações via courier no Brasil operam, em sua maioria, sob o Regime de Tributação Simplificada (RTE). Esse regime foi criado para dar agilidade a remessas internacionais de menor valor, como amostras, peças de reposição, protótipos, equipamentos urgentes e documentos, reduzindo burocracia e tempo de liberação.
No RTE, a tributação é concentrada em uma alíquota única de Imposto de Importação, aplicada sobre o valor aduaneiro da remessa, e no ICMS. Todo o processo é conduzido pelo próprio operador courier, que atua como intermediário perante a Receita Federal, desde o transporte internacional até o desembaraço aduaneiro.
Esse modelo é ideal para empresas que precisam de rapidez, previsibilidade e simplicidade, desde que a operação esteja corretamente enquadrada nos limites legais e documentais do regime.
Onde a teoria costuma falhar: os desafios internos das empresas
Na prática, o maior gargalo das operações courier não está na legislação, mas na organização interna das empresas.
Preenchimento incorreto de AWBs, ordens de coleta incompletas, divergências de descrição de mercadoria, falhas na emissão de notas fiscais de entrada, dificuldades no controle de contas a pagar de frete internacional, além de problemas de classificação contábil e fiscal são muito mais comuns do que se imagina.
Esses erros geram efeitos em cadeia: atrasos no desembaraço, cobranças indevidas, retrabalho entre áreas (compras, fiscal, contábil e financeiro) e perda total de previsibilidade. Em operações recorrentes, isso vira custo oculto — e alto.
É exatamente nesse ponto que a gestão especializada faz diferença.
Courier não é caro — caro é operar sem gestão
Existe um mito de que operações courier são, por definição, mais caras. A realidade é outra.
Quando a empresa trabalha com tabelas de frete previamente negociadas, alinhadas ao seu perfil de volume, origem, peso e recorrência, os preços das empresas courier se tornam altamente competitivos, especialmente quando se considera o custo total da operação — tempo, pessoas envolvidas, risco e impacto no negócio.
A Rokberg atua para transformar o courier em uma ferramenta estratégica, e não apenas emergencial.
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Porque velocidade sem controle não é agilidade. É risco e desperdício.